O ponto de partida
Recebi apenas o logo. Todo o resto — cor, tipografia, grade, ilustração, regra de aplicação — não existia ainda.

Recebi apenas o logo. Todo o resto — cor, tipografia, grade, ilustração, regra de aplicação — não existia ainda.
A mesma marca tinha de atender dois públicos com exigências opostas: fora, mídia OOH e externa, onde excesso de cor vira ruído e a leitura tem poucos segundos; dentro, a cultura da empresa, que precisa de calor e identificação para as pessoas vestirem a marca.
Um sistema só, puxado para os dois lados — e resolver para um costuma estragar o outro.
Em vez de escolher um lado, a cor virou função da distância: quanto mais externo o material, mais sóbrio ele é. Em OOH, nada de luzes coloridas — cinza e branco sobre o fundo escuro. Em material interno a cor é livre, com o fundo sempre preto ou branco para o sistema não se soltar.
E cada valor da marca ganhou uma ilustração própria, construída dentro de um desenho geométrico. Valor escrito numa parede ninguém veste; valor com forma vira selo, adesivo, pôster e brinde — e é isso que faz o time se reconhecer.
O sistema saiu do arquivo: virou mídia externa, landing page, pôsteres, certificados da Academy, carrosséis internos e uma linha de adesivos — todos reconhecíveis como a mesma marca, sem precisar de aprovação caso a caso.





